/// O FRUTO ///

Cajueiro


Se o homem, fica embaixo de uma árvore frutífera> qual será o fruto escolhido: “O fruto verde ou o fruto maduro?”  Certamente, será o maduro! O verde, ficará por mais algum tempo na árvore – até, chegar o momento de seu amadurecimento, para só então, ser colhido.  Enquanto, isto, não acontece – somente os frutos maduros, são escolhidos e colhidos.   Assim, também – age o Reino de DEUS > no meio dos  homens – de pouca fé.  Enquanto, o seu interior não amadurecer, não se modificar, se transformar, para tornar-se, mais sutil, ante, o modernismo, consumismo e imediatismo de uma sociedade, escravisada pelos desejos do mundo. Tornar-se-à, difícil – alcançar a sencibilidade do amor e do perdão. Esteja o homem na religião que for – onde, as palavras e o conhecimento do céu – dificilmente, chegará no homem, para ouvir a voz do SER. Pois, seus corações, ainda estão muito endurecidos, pelas coisas deste mundo fenomenal.  

      Não adianta, ter os textos sagrados decorados.  ” Não é por aí!” Enquanto, não acontecer o amadurecimento de seu interior> a árvore da espiritualidade, não lançará o fruto fora – porque, está verde. Assim, são os mistérios “Divinos.” Somente se manifestará, acordará, para aqueles que despertaram e saíram de sua inércia, de seu casulo e como a lagarta>  sofreu a metamorfose a transformação para a ‘BORBOLETA.” Permitindo, que sua alma, voe para a LUZ do seu SER. O espírito, não emergirá, enquanto estiver absorto na carne.  Mas, no momento em que o espírito na carne, sentir a energia de sua verdadeira “origem,” com certeza – se levantará e sua LUZ – eliminará as sombras do caminho e o verdadeiro conhecimento – surgirá, mais forte do que nunca> porque, em DEUS> está a verdade do homem – além de todas as crenças, raças e cores. Infelizmente, o homem – dentro de suas limitações religiosas>ainda, não entendeu, nem aprendeu – quem na realidade – ele é. Quando revestido deste corpo de carne, osso e sangue. Ficando velado a sua identidade> como espírito.  Por isso, as trevas dominaram o mundo, onde a violência e a barbárie, fizeran da humanidade – cega, pela materialidade> escravos do hoje!   (BARTHO)

E-mail do autor (luzbartho@hotmail.com)

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